Contraprova

Sobre

Luis Fellipe Reis. Engenheiro eletricista e advogado, em Cuiabá. Trabalho com planejamento de sistemas elétricos de potência e com regulação do setor de energia; e advogo.

As duas formações ensinam a mesma disciplina por caminhos diferentes: uma afirmação vale o que vale a fonte que a sustenta. No cálculo isso aparece como premissa declarada e resultado reproduzível; no direito, como dispositivo citado e precedente com número. Nos dois, o passo que quase todo mundo pula é dizer o que a conclusão não cobre.

Por que Contraprova

No processo, contraprova é a prova em contrário. No laboratório, é a amostra que se guarda para refazer o ensaio quando alguém duvida do resultado. Nos dois sentidos ela é a mesma coisa: o direito de submeter uma afirmação a novo teste, inclusive a própria.

É o que estes textos tentam fazer, em economia, regulação, política, comportamento, história e fé. Não porque discordar seja virtude — discordar é barato —, mas porque o que sobrevive ao contraditório é a única coisa que vale guardar.

Os textos vêm em dois tamanhos. Ensaios, quando o argumento precisa de espaço. E contraditas, quando cabe em um parágrafo: no processo, a contradita é o ato de impugnar a testemunha antes que ela deponha — contestar antes de ouvir, quando já se sabe que há algo errado com a fonte. As etiquetas ao pé de cada texto servem para encontrar o que conversa entre si.

O trabalho

Advocacia de banca individual, conduzida pelo próprio advogado:

Contato por contato@luisfellipe.com ou (65) 9 8109-8383.

Conteúdo meramente informativo · OAB/MT 33.344/O

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